Time celeste começou melhor, foi pressionado na segunda etapa e, graças a Fábio, volta da Colômbia com um ponto na bagagem
O Cruzeiro sofreu nas mãos do Tolima, carrasco do Corinthians, e só não foi derrotado na Colômbia graças ao goleiro Fábio, que defendeu um pênalti. A Raposa volta para Belo Horizonte com um ponto após o empate em 0 a 0, nesta quarta-feira, e segue invicto na Libertadores, mantendo a liderança do Grupo 7 com sete pontos.
A atuação segura, mas sem muita ousadia, da Raposa no primeiro tempo era indício de que a noite não seria de goleada, como aconteceu contra o Estudiantes (ARG) e o Guaraní (PAR). Sem muita força ofensiva, o time de Cuca só chegou com perigo ao gol de Silva no chute forte de Roger, aos 18 minutos.
Atuando com cautela, a equipe celeste insistiu nas jogadas pelo lado direito, principalmente com Wallyson, que abusou das idas à linha de fundo. Porém, o atacante esqueceu o faro de gol em Belo Horizonte. Atrás, sem nenhuma dificuldade, o Cruzeiro conseguiu conter o ímpeto colombiano. Pelo menos nos 45 minutos iniciais.
Se o Tolima não apresentava o bom futebol com o qual eliminou o Corinthians, na volta do intervalo o time da casa acordou. Aos seis minutos, Marrugo driblou Diego Renan na linha de fundo, tocou para Chará - Gil demorou para chegar -, que errou o chute já com o goleiro Fábio no chão.
E foi pelo lado direito, indo à linha de fundo, que os colombianos ameaçavam. Com o fator campo a seu favor, o time da casa voltou melhor do intervalo. Percebendo que precisaria mexer no time, Cuca trocou Wellington Paulista por Thiago Ribeiro e Roger por Dudu. Era a necessidade de ligar o meio de campo ao ataque com mais velocidade.
Porém, antes que as mudanças pudessem surtir efeito, o Tolima seguiu investindo com perigo pelo lado direito. E foi por esse lado que Parra tocou para trás e Pablo acabou derrubando Medina dentro da pequena área. Pênalti marcado e defendido por Fábio, que, confirmando a ótima fase, caiu no lado certo.
A resposta e única boa chance do Cruzeiro no segundo tempo saiu dos pés de Thiago Ribeiro, que soltou uma bomba para ótima defesa de Silva, que espalmou para a linha de fundo. O carrasco do Corinthians quase fez mais uma vítima nesta Libertadores. Quase, pois os colombianos não esperavam encontrar Fábio pelo caminho.
lancenet.com.br
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Manchester United interessa-se pelo goleiro alemão Neuer
Manuel Neuer goleiro do Schalke 04 e da seleção alemã
Berlim, 2 mar (Prensa Latina) O clube inglês Manchester United está interessado no goleiro do Schalke 04 e da seleção alemã de futebol Manuel Neuer, disse hoje o presidente executivo do clube, Clemens Tonnies.
O goleiro de 24 anos, tem contrato até o 2012 com o último vice-campeão da Liga Alemã e também tem estado entre seus interesses o Bayern Munich.
Um representante internacional contatou-me e expressou-me o interesse do Manchester United por Neuer, quando tivermos um pedido escrito desde a equipe inglês o analisaremos, declarou Tonnies ao jornal alemão Bild.
O treinador do Schalke, Felix Magath, disse que Neuer cumprirá seu contrato, mas o clube, que se encontra em uma situação econômica ajustada, poderia decidir ingressar uma boa soma de dinheiro por transferências ao final da temporada em lugar de que o arqueiro fique livre em um ano depois.
Neuer é o capitão do Schalke e o número um da seleção de Alemanha.
O United está na busca de um no goleiro para substituir o veterano holandês Edwin van der Sar, que tem 40 anos e se aposentará no final da atual temporada.
prensa-latina.cu
Berlim, 2 mar (Prensa Latina) O clube inglês Manchester United está interessado no goleiro do Schalke 04 e da seleção alemã de futebol Manuel Neuer, disse hoje o presidente executivo do clube, Clemens Tonnies.
O goleiro de 24 anos, tem contrato até o 2012 com o último vice-campeão da Liga Alemã e também tem estado entre seus interesses o Bayern Munich.
Um representante internacional contatou-me e expressou-me o interesse do Manchester United por Neuer, quando tivermos um pedido escrito desde a equipe inglês o analisaremos, declarou Tonnies ao jornal alemão Bild.
O treinador do Schalke, Felix Magath, disse que Neuer cumprirá seu contrato, mas o clube, que se encontra em uma situação econômica ajustada, poderia decidir ingressar uma boa soma de dinheiro por transferências ao final da temporada em lugar de que o arqueiro fique livre em um ano depois.
Neuer é o capitão do Schalke e o número um da seleção de Alemanha.
O United está na busca de um no goleiro para substituir o veterano holandês Edwin van der Sar, que tem 40 anos e se aposentará no final da atual temporada.
prensa-latina.cu
Goleiro do Tolima revela que time estudou jogos do Cruzeiro no Mineiro
Anthony Silva sabe que o ponto forte da Raposa está no meio de campo.
Anthony Silva parou Ronaldo em seus últimos
jogos (Foto: Fernando Martins / Globoesporte.com)
Que a partida contra o Deportes Tolima será complicada, ninguém duvida. Mas o Cruzeiro terá uma dificuldade a mais nesta quarta-feira, pois vai encarar um rival que conhece muito bem os pontos fortes da equipe mineira.
O goleiro Anthony Silva revelou que os jogadores do Tolima, juntamente com o técnico Hernán Torres, passaram a assistir o Campeonato Mineiro para ter informações e saber como joga o time celeste.
O camisa 1 sabe o que lhe espera na partida desta quarta-feira, no Estádio Manuel Toro.
- Eles (Cruzeiro) fazem muitos gols e são muito rápidos, com um toque de bola muito qualificado. Passamos a assistir aos jogos do Mineiro para sabermos como joga o Cruzeiro – disse.
Anthony também revelou que o time estudou o Corinthians, rival na pré-Libertadores, quase um mês antes da partida.
- Nos concentramos no Corinthians durante um mês antes dos jogos. Fizemos de tudo para anular os principais jogadores como o Bruno César, o Jorge Henrique e principalmente o Ronaldo. Apesar do pouco tempo que temos de estudo sobre o Cruzeiro, vamos tentar anular os principais jogadores do time, que estão no meio-campo – afirmou.
Natural do Paraguai, Anthony tem uma relação estreita com o Brasil. Depois de atuar no Paulista, de Jundiaí, em 2008, o camisa 1 ficou marcado como o goleiro que defendeu o último chute de Ronaldo. Mas o arqueiro mostra humildade ao falar sobre o feito.
- Defender os chutes do Ronaldo foi apenas fruto do trabalho que venho fazendo – declarou com um largo sorriso, sem esconder o orgulho de ter participado do último jogo do Fenômeno
globoesporte.com
Anthony Silva parou Ronaldo em seus últimos
jogos (Foto: Fernando Martins / Globoesporte.com)
Que a partida contra o Deportes Tolima será complicada, ninguém duvida. Mas o Cruzeiro terá uma dificuldade a mais nesta quarta-feira, pois vai encarar um rival que conhece muito bem os pontos fortes da equipe mineira.
O goleiro Anthony Silva revelou que os jogadores do Tolima, juntamente com o técnico Hernán Torres, passaram a assistir o Campeonato Mineiro para ter informações e saber como joga o time celeste.
O camisa 1 sabe o que lhe espera na partida desta quarta-feira, no Estádio Manuel Toro.
- Eles (Cruzeiro) fazem muitos gols e são muito rápidos, com um toque de bola muito qualificado. Passamos a assistir aos jogos do Mineiro para sabermos como joga o Cruzeiro – disse.
Anthony também revelou que o time estudou o Corinthians, rival na pré-Libertadores, quase um mês antes da partida.
- Nos concentramos no Corinthians durante um mês antes dos jogos. Fizemos de tudo para anular os principais jogadores como o Bruno César, o Jorge Henrique e principalmente o Ronaldo. Apesar do pouco tempo que temos de estudo sobre o Cruzeiro, vamos tentar anular os principais jogadores do time, que estão no meio-campo – afirmou.
Natural do Paraguai, Anthony tem uma relação estreita com o Brasil. Depois de atuar no Paulista, de Jundiaí, em 2008, o camisa 1 ficou marcado como o goleiro que defendeu o último chute de Ronaldo. Mas o arqueiro mostra humildade ao falar sobre o feito.
- Defender os chutes do Ronaldo foi apenas fruto do trabalho que venho fazendo – declarou com um largo sorriso, sem esconder o orgulho de ter participado do último jogo do Fenômeno
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Drama de Thiago Rodrigues vira marca da reação tricolor
À la Peter Cech, goleiro tem de jogar com um capacete para proteger a cabeça, fraturada em três pontos no início do ano
Thiago Rodrigues e seu "capacete": proteção no gol tricolor
Marcelo Elias / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Era para ser apenas uma proteção. Mas deve virar uma marca do camisa 1 do Paraná. Os colegas de time começaram as comparações e até a torcida fez referência ao capacete usado pelo goleiro. Personificado como símbolo do esboço de reação tricolor após duas vitórias consecutivas – na Copa do Brasil e no Paranaense – o jogador foi ovacionado com o coro de Thiago Rodrigues Cech no último domingo. Uma alusão ao arqueiro do Chelsea Peter Cech.
O drama “uniu” ambos. “Sem comparação, claro. Mas só nós dois usamos isso”, comenta o paranista, sobre a proteção craniana cotada para virar espaço promocional. Ganhar cores ou o nome da organizada Fúria Independente estão entre possíveis inovações no capacete feito sob medida.
Na prescrição médica, a recomendação seria de mais 30 dias. A chance, porém, é de incorporação permanente ao uniforme, como foi com o precursor Cech. O jogador tcheco levou uma joelhada na Premier League de 2006, sofreu afundamento no crânio e foi submetido a uma cirurgia de emergência. Desde então, joga com o auxilio do capacete.
A contusão de Thiago completará dois meses na próxima semana. Após um 2010 à sombra do titular Juninho, o goleiro chegou para a pré-temporada com a promessa do técnico Roberto Cavalo de assumir a meta tricolor. Animado, escreveu como mensagem de abertura no celular: “2011. O Ano da Vitória”.
Apenas cinco dias depois, o baque. “Foi um lance bobo. Saí na bola e o jogador bateu com a testa na minha têmpora [parte lateral da cabeça]. Fratura em três pontos. Desmaiei na hora. Não pela batida, mas pela dor. Foi terrível”, relembra. Além do receio de ser submetido a uma cirurgia, temeu ficar com sequelas da batida.
Nada disso aconteceu e ele ainda encontrou um propósito para o episódio. “Fiquei cinco dias no hospital que serviram como uma experiência pessoal e até espiritual. Revi minha vida e decidi mudar algumas coisas. Tem gente que brinca dizendo que melhorei depois do susto. Melhorei demais”.
Com passagem pelo Santo André e Corinthians, o jogador paulistano chegou em 2005 ao Paraná com 16 anos. Ganhou títulos em todas as categorias de base e foi promovido em 2007 ao time profissional. Acabou sendo emprestado para o Rio Branco e um dos motivos seriam problemas extracampo. “Nunca fui de sair, beber. Mas acho que faltava maturidade”, reconhece ele, que resolveu assumir uma personalidade mais séria. “O time precisa disso. Tenho de passar segurança para o grupo”, emenda, como se não tivesse apenas 22 anos.
Fã do trabalho motivacional, ele credita seu bom momento também à chegada do técnico Ricardo Pinto. “Eu preciso disso e meu elo com ele foi imediato. Estamos em campo com o sangue nos olhos”, afirma, ecoando um discurso do comandante. “Estou no clube que amo, não posso querer mais nada”, garante, mas logo lembra. “Ah, temos de escapar do rebaixamento, claro.”
gazetadopovo.com.br
Thiago Rodrigues e seu "capacete": proteção no gol tricolor
Marcelo Elias / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Era para ser apenas uma proteção. Mas deve virar uma marca do camisa 1 do Paraná. Os colegas de time começaram as comparações e até a torcida fez referência ao capacete usado pelo goleiro. Personificado como símbolo do esboço de reação tricolor após duas vitórias consecutivas – na Copa do Brasil e no Paranaense – o jogador foi ovacionado com o coro de Thiago Rodrigues Cech no último domingo. Uma alusão ao arqueiro do Chelsea Peter Cech.
O drama “uniu” ambos. “Sem comparação, claro. Mas só nós dois usamos isso”, comenta o paranista, sobre a proteção craniana cotada para virar espaço promocional. Ganhar cores ou o nome da organizada Fúria Independente estão entre possíveis inovações no capacete feito sob medida.
Na prescrição médica, a recomendação seria de mais 30 dias. A chance, porém, é de incorporação permanente ao uniforme, como foi com o precursor Cech. O jogador tcheco levou uma joelhada na Premier League de 2006, sofreu afundamento no crânio e foi submetido a uma cirurgia de emergência. Desde então, joga com o auxilio do capacete.
A contusão de Thiago completará dois meses na próxima semana. Após um 2010 à sombra do titular Juninho, o goleiro chegou para a pré-temporada com a promessa do técnico Roberto Cavalo de assumir a meta tricolor. Animado, escreveu como mensagem de abertura no celular: “2011. O Ano da Vitória”.
Apenas cinco dias depois, o baque. “Foi um lance bobo. Saí na bola e o jogador bateu com a testa na minha têmpora [parte lateral da cabeça]. Fratura em três pontos. Desmaiei na hora. Não pela batida, mas pela dor. Foi terrível”, relembra. Além do receio de ser submetido a uma cirurgia, temeu ficar com sequelas da batida.
Nada disso aconteceu e ele ainda encontrou um propósito para o episódio. “Fiquei cinco dias no hospital que serviram como uma experiência pessoal e até espiritual. Revi minha vida e decidi mudar algumas coisas. Tem gente que brinca dizendo que melhorei depois do susto. Melhorei demais”.
Com passagem pelo Santo André e Corinthians, o jogador paulistano chegou em 2005 ao Paraná com 16 anos. Ganhou títulos em todas as categorias de base e foi promovido em 2007 ao time profissional. Acabou sendo emprestado para o Rio Branco e um dos motivos seriam problemas extracampo. “Nunca fui de sair, beber. Mas acho que faltava maturidade”, reconhece ele, que resolveu assumir uma personalidade mais séria. “O time precisa disso. Tenho de passar segurança para o grupo”, emenda, como se não tivesse apenas 22 anos.
Fã do trabalho motivacional, ele credita seu bom momento também à chegada do técnico Ricardo Pinto. “Eu preciso disso e meu elo com ele foi imediato. Estamos em campo com o sangue nos olhos”, afirma, ecoando um discurso do comandante. “Estou no clube que amo, não posso querer mais nada”, garante, mas logo lembra. “Ah, temos de escapar do rebaixamento, claro.”
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terça-feira, 1 de março de 2011
Deola projeta bom desempenho na Copa do Brasil
Deola foi titular na última partida
O goleiro Deola, titular da última partida contra o São Paulo, está focado para o jogo desta quarta-feira (2) contra o Comercial-PI, pela Copa do Brasil. O Palmeiras não conseguiu eliminar a partida de volta e agora enfrenta o adversário jogando no Pacaembu.
"Vamos encarar o jogo contra o Comercial com muita seriedade e respeito. Já ficou provado que os times grandes podem ser eliminados por times de menor expressão. Não existe mais essa coisa de time pequeno", disse o camisa 22 do Verdão.
Ainda falando sobre os times menos badalados, Deola lembrou que o líder do Campeonato Paulista não é um dos "grandes" de São Paulo. O goleiro disse que o objetivo da equipe é pensar em cada etapa para conseguir um bom resultado no final.
"O Mirassol é o líder do Campeonato Paulista e hoje podemos considerá-lo time grande, está brigando pelas primeiras posições. Vamos entrar em campo com tranquilidade e respeito, mas impondo nosso ritmo. É nossa obrigação fazer um bom jogo e garantir a classificação", completou.
futnet.com.br
O goleiro Deola, titular da última partida contra o São Paulo, está focado para o jogo desta quarta-feira (2) contra o Comercial-PI, pela Copa do Brasil. O Palmeiras não conseguiu eliminar a partida de volta e agora enfrenta o adversário jogando no Pacaembu.
"Vamos encarar o jogo contra o Comercial com muita seriedade e respeito. Já ficou provado que os times grandes podem ser eliminados por times de menor expressão. Não existe mais essa coisa de time pequeno", disse o camisa 22 do Verdão.
Ainda falando sobre os times menos badalados, Deola lembrou que o líder do Campeonato Paulista não é um dos "grandes" de São Paulo. O goleiro disse que o objetivo da equipe é pensar em cada etapa para conseguir um bom resultado no final.
"O Mirassol é o líder do Campeonato Paulista e hoje podemos considerá-lo time grande, está brigando pelas primeiras posições. Vamos entrar em campo com tranquilidade e respeito, mas impondo nosso ritmo. É nossa obrigação fazer um bom jogo e garantir a classificação", completou.
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Paredão do Caxias, Sangalli tem história de superação
O goleiro foi o grande herói da classificação do clube para decisão da Taça Piratini contra o Grêmio
Foto: Caxias/Rodrigo Fattturi
O goleiro do Caxias, André Sangalli, roubou a cena no fim de semana. Após o empate em 1 a 1 no tempo normal, contra o São José, foi dele a façanha de defender quatro cobranças na disputa de pênaltis, o que garantiu o Caxias na final do Primeiro Turno do Gauchão/2011, contra o Grêmio.
Sangalli, 31 anos, também igualou o feito de Duckadam. Contra o Barcelona, na final da Copa dos Campeões da Europa de 1986, o romeno defendeu quatro pênaltis e deu o título ao Steua Bucaresti.
– Foi um dia muito especial. Vai ficar na memória – contou André.
O goleiro do Caxias também guarda na lembrança um episódio triste do início da carreira, mas que se tornou uma história de superação. Quando defendia o Guarani (RS), treinado por Mano Menezes – hoje técnico da Seleção Brasileira –, o goleiro sofreu uma grave lesão e quase abandonou a carreira.
– Fui dividir com o atacante e acabei atingido no peito. Tinha 23 anos. O jogo era contra o 15 de Novembro, pelo Gauchão-2003. Continuei em campo, mas passei mal no vestiário. Descobriram uma hemorragia interna. Foram cinco dias na UTI e quase um ano sem jogar. Até hoje tenho a cicatriz da operação - relatou.
Passado o drama, André voltou à ativa. Ele espelhou em um ídolo e amigo para ter sucesso na profissão.
- Taffarel é um espelho. Tanto como pelo goleiro que foi, quanto a pessoa que é. Ele me ajudou a jogar na Itália (Venezia) e nos tornamos amigos. Conversamos muito e recebo vários conselhos dele - ponderou Sangalli, que já está com o Grêmio na cabeça.
- Não tem como discutir a qualidade do Grêmio. Mas o Caxias vem crescendo e se acontecer de ir para os pênaltis, vou continuar concentrado e pensar no meu trabalho - finalizou.
gaz.com.br
Foto: Caxias/Rodrigo Fattturi
O goleiro do Caxias, André Sangalli, roubou a cena no fim de semana. Após o empate em 1 a 1 no tempo normal, contra o São José, foi dele a façanha de defender quatro cobranças na disputa de pênaltis, o que garantiu o Caxias na final do Primeiro Turno do Gauchão/2011, contra o Grêmio.
Sangalli, 31 anos, também igualou o feito de Duckadam. Contra o Barcelona, na final da Copa dos Campeões da Europa de 1986, o romeno defendeu quatro pênaltis e deu o título ao Steua Bucaresti.
– Foi um dia muito especial. Vai ficar na memória – contou André.
O goleiro do Caxias também guarda na lembrança um episódio triste do início da carreira, mas que se tornou uma história de superação. Quando defendia o Guarani (RS), treinado por Mano Menezes – hoje técnico da Seleção Brasileira –, o goleiro sofreu uma grave lesão e quase abandonou a carreira.
– Fui dividir com o atacante e acabei atingido no peito. Tinha 23 anos. O jogo era contra o 15 de Novembro, pelo Gauchão-2003. Continuei em campo, mas passei mal no vestiário. Descobriram uma hemorragia interna. Foram cinco dias na UTI e quase um ano sem jogar. Até hoje tenho a cicatriz da operação - relatou.
Passado o drama, André voltou à ativa. Ele espelhou em um ídolo e amigo para ter sucesso na profissão.
- Taffarel é um espelho. Tanto como pelo goleiro que foi, quanto a pessoa que é. Ele me ajudou a jogar na Itália (Venezia) e nos tornamos amigos. Conversamos muito e recebo vários conselhos dele - ponderou Sangalli, que já está com o Grêmio na cabeça.
- Não tem como discutir a qualidade do Grêmio. Mas o Caxias vem crescendo e se acontecer de ir para os pênaltis, vou continuar concentrado e pensar no meu trabalho - finalizou.
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Rogério Ceni monta academia em casa para evitar lesões e prolongar carreira
Goleiro descansa após sessão no Reffis. Ele destaca as atividades preventivas, importantes para evitar lesões. São 80 jogos seguidos, recorde dele
Rogério Ceni finaliza a montagem de uma academia dentro de casa, supervisionado pelo fisioterapeuta do São Paulo, Luiz Alberto Rosan. Obcecado por treinamentos, o goleiro tem uma ideia bem definida em mente: quer minimizar os efeitos dos 38 anos. Enquanto assiste filmes e desenhos com as filhas, o goleiro realiza atividades físicas e preventivas nos aparelhos instalados em seu quarto, prolongando a vida nos campos.
Na segunda-feira, um dia após o empate frente ao Palmeiras, o elenco do São Paulo folgou. Rogério Ceni não. Ele esteve no CT para tratar as dores cervicais, concluindo a recuperação em casa.
Para manter-se em dia fisicamente, Ceni adota o seguinte procedimento: realiza sessões físicas no CT da Barra Funda. Em casa, o goleiro complementa o trabalho com atividades extras noturnas.
O cuidado com a forma física tem trazido resultados incomuns para um atleta de 38 anos. O goleiro completou no domingo, no Morumbi, 80 jogos seguidos com a camisa tricolor. É sua maior sequência ininterrupta na carreira. Ele quebrou seu recorde das temporadas 2004/2005, quando atuou consecutivamente por 72 partidas.
Ceni atribui a longa série aos exercícios preventivos, voltados a fortalecer regiões mais suscetíveis a lesões. “Depois que você vai descobrindo como treinar, fica muito mais fácil se cuidar”, frisa.
A academia particular de Ceni é definida por Rosan como um “mini-Reffis”, em referência ao moderno departamento clínico do clube, apontado como um dos principais centros de recuperação de jogadores no mundo.
No “mini-Reffis” montado em sua residência, o goleiro é acompanhado regularmente por profissionais do departamento médico do São Paulo. As atividades são previamente elaboradas pelo clube.
A criação de um espaço dentro de casa para atividades físicas já era estudada por Rogério Ceni desde 2009, quando sofreu sua pior lesão na carreira. Ele sofreu fratura em abril de 2009 ao cair sobre o tornozelo esquerdo no treinamento, em treino no CT.
Rogério Ceni: próximo dos mil jogos
Ao todo, ele soma 959 jogos com a camisa tricolor. Ceni acredita que alcança a marca de 1.000 jogos pelo São Paulo ainda neste ano. A princípio, Ceni estuda parar de jogar em dezembro de 2012.
uol.com.br
Rogério Ceni finaliza a montagem de uma academia dentro de casa, supervisionado pelo fisioterapeuta do São Paulo, Luiz Alberto Rosan. Obcecado por treinamentos, o goleiro tem uma ideia bem definida em mente: quer minimizar os efeitos dos 38 anos. Enquanto assiste filmes e desenhos com as filhas, o goleiro realiza atividades físicas e preventivas nos aparelhos instalados em seu quarto, prolongando a vida nos campos.
Na segunda-feira, um dia após o empate frente ao Palmeiras, o elenco do São Paulo folgou. Rogério Ceni não. Ele esteve no CT para tratar as dores cervicais, concluindo a recuperação em casa.
Para manter-se em dia fisicamente, Ceni adota o seguinte procedimento: realiza sessões físicas no CT da Barra Funda. Em casa, o goleiro complementa o trabalho com atividades extras noturnas.
O cuidado com a forma física tem trazido resultados incomuns para um atleta de 38 anos. O goleiro completou no domingo, no Morumbi, 80 jogos seguidos com a camisa tricolor. É sua maior sequência ininterrupta na carreira. Ele quebrou seu recorde das temporadas 2004/2005, quando atuou consecutivamente por 72 partidas.
Ceni atribui a longa série aos exercícios preventivos, voltados a fortalecer regiões mais suscetíveis a lesões. “Depois que você vai descobrindo como treinar, fica muito mais fácil se cuidar”, frisa.
A academia particular de Ceni é definida por Rosan como um “mini-Reffis”, em referência ao moderno departamento clínico do clube, apontado como um dos principais centros de recuperação de jogadores no mundo.
No “mini-Reffis” montado em sua residência, o goleiro é acompanhado regularmente por profissionais do departamento médico do São Paulo. As atividades são previamente elaboradas pelo clube.
A criação de um espaço dentro de casa para atividades físicas já era estudada por Rogério Ceni desde 2009, quando sofreu sua pior lesão na carreira. Ele sofreu fratura em abril de 2009 ao cair sobre o tornozelo esquerdo no treinamento, em treino no CT.
Rogério Ceni: próximo dos mil jogos
Ao todo, ele soma 959 jogos com a camisa tricolor. Ceni acredita que alcança a marca de 1.000 jogos pelo São Paulo ainda neste ano. A princípio, Ceni estuda parar de jogar em dezembro de 2012.
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