Napoli e Bayern de Munique entram em campo no estádio San Paolo com a perspectiva de liderança do grupo A da Uefa Champions League. Afinal, quem vencesse o duelo não poderia ser alcançado nem por Manchester City nem por Villarreal. E os visitantes saíram na frente no duelo com gol de Tony Kross.
No entanto, o que parecia impossível aconteceu. Manuel Neuer enfim sofreu um gol. Após 1147 minutos sem ser vazado, o alemão contou com a "ajuda" do companheiro de time Badstuber para perder a invencibilidade.
A partir daí foi um verdadeiro festival de defesas, com destaque para o goleiro De Sanctis, do Napoli, que pegou até cobrança de pênalti de Mario Gómez.
espn.estadao.com.br
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Mais perto da aposentadoria, 'São Marcos' desabafa: ‘Estou enjoado’
Goleiro palmeirense afirma que sente-se desgastado com sucessivas
crises e poucos títulos, mas ainda não se coloca como ex-jogador.
Após sessão de fotos, Marcos fala sobre situação do Palmeiras e aposentadoria (Foto: Divulgação)
Oficialmente, Marcos ainda não confirma que este será seu último ano como atleta profissional. Mas, nas entrelinhas, o goleiro de 38 anos dá sinais de que sua relação com o futebol já está em estágio avançado de desgaste. No Palmeiras há quase 20 anos, ele não suporta mais conviver com as dores que se espalharam pelo seu corpo. E também se mostra cansado das mazelas do esporte.
- Você gosta de jogar. Mas no fim do ano, todo aquele sacrifício tem de ser válido. Não dá para se esforçar e não ter um título. Isso tira um pouco o prazer, e você vai enjoando... Estou enjoado, porque é muita polêmica para pouco título conquistado, sabe? É muito trabalho e esforço para pouco resultado – afirmou o goleiro em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, durante uma sessão de fotos para um de seus patrocinadores. (Você pode ver a entrevista hoje no programa Globo Esporte, a partir das 12h50m).
O desabafo mostra um ídolo que se sente ferido com o momento que vive o Palmeiras. Na última semana, o Alviverde foi tomado por uma nova crise. João Vitor se envolveu em uma confusão com torcedores do clube, enquanto Kleber aumentou em mais um capítulo a novela gerada por seus desentendimentos com o técnico Luiz Felipe Scolari.
Mesmo não sendo integrante da delegação que viajaria para o Rio de Janeiro, onde o time empatou com o Flamengo, Marcos marcou sua posição. Conversou com os atletas e disse que eles deveriam jogar, apesar de se sentirem inseguros após o episódio de João Vitor. Nos bastidores, o veterano mantém contato com a diretoria do Sindicato dos Atletas de São Paulo. O presidente da entidade, Rinaldo Martorelli, tem uma reunião agendada com o elenco alviverde para esta terça-feira.
- Agressão não é o caminho certo. Tudo que é conversado é legal. Faço questão de conversar com dirigente, treinador e torcida. A gente vê corrupção na política e não vê ninguém na porta da casa deles cobrando. Por que ter cobrança em jogador na rua? Não tem de bater em ninguém – disse.
Os problemas do clube, combinados com o falatório que se cria em torno da situação, deixam Marcos desgostoso.
- A gente vê o Palmeiras nos últimos anos com uma polêmica atrás da outra, e isso não é bom para um ambiente de trabalho. Criam crise toda hora. Qualquer ambiente com esses problemas desgasta não só a mim, mas a todos. Sempre tem crise, fofoca, boatos. Jogador não é acostumado com isso – lamentou.
Mas, apesar do momento ruim que vive o time – 12º colocado do Brasileiro, com 41 pontos -, Marcos não acredita que seu retorno possa mudar algo na equipe. A oito rodadas do fim do nacional, ele entende que Deola deve permanecer no gol por estar mais bem preparado. No entanto, evita se colocar como um aposentado, embora sempre se queixe das dores que tem pelo corpo.
- No momento o goleiro do Palmeiras é o Deola, mas eu ainda não parei.
globoesporte.globo.com
crises e poucos títulos, mas ainda não se coloca como ex-jogador.
Após sessão de fotos, Marcos fala sobre situação do Palmeiras e aposentadoria (Foto: Divulgação)
Oficialmente, Marcos ainda não confirma que este será seu último ano como atleta profissional. Mas, nas entrelinhas, o goleiro de 38 anos dá sinais de que sua relação com o futebol já está em estágio avançado de desgaste. No Palmeiras há quase 20 anos, ele não suporta mais conviver com as dores que se espalharam pelo seu corpo. E também se mostra cansado das mazelas do esporte.
- Você gosta de jogar. Mas no fim do ano, todo aquele sacrifício tem de ser válido. Não dá para se esforçar e não ter um título. Isso tira um pouco o prazer, e você vai enjoando... Estou enjoado, porque é muita polêmica para pouco título conquistado, sabe? É muito trabalho e esforço para pouco resultado – afirmou o goleiro em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, durante uma sessão de fotos para um de seus patrocinadores. (Você pode ver a entrevista hoje no programa Globo Esporte, a partir das 12h50m).
O desabafo mostra um ídolo que se sente ferido com o momento que vive o Palmeiras. Na última semana, o Alviverde foi tomado por uma nova crise. João Vitor se envolveu em uma confusão com torcedores do clube, enquanto Kleber aumentou em mais um capítulo a novela gerada por seus desentendimentos com o técnico Luiz Felipe Scolari.
Mesmo não sendo integrante da delegação que viajaria para o Rio de Janeiro, onde o time empatou com o Flamengo, Marcos marcou sua posição. Conversou com os atletas e disse que eles deveriam jogar, apesar de se sentirem inseguros após o episódio de João Vitor. Nos bastidores, o veterano mantém contato com a diretoria do Sindicato dos Atletas de São Paulo. O presidente da entidade, Rinaldo Martorelli, tem uma reunião agendada com o elenco alviverde para esta terça-feira.
- Agressão não é o caminho certo. Tudo que é conversado é legal. Faço questão de conversar com dirigente, treinador e torcida. A gente vê corrupção na política e não vê ninguém na porta da casa deles cobrando. Por que ter cobrança em jogador na rua? Não tem de bater em ninguém – disse.
Os problemas do clube, combinados com o falatório que se cria em torno da situação, deixam Marcos desgostoso.
- A gente vê o Palmeiras nos últimos anos com uma polêmica atrás da outra, e isso não é bom para um ambiente de trabalho. Criam crise toda hora. Qualquer ambiente com esses problemas desgasta não só a mim, mas a todos. Sempre tem crise, fofoca, boatos. Jogador não é acostumado com isso – lamentou.
Mas, apesar do momento ruim que vive o time – 12º colocado do Brasileiro, com 41 pontos -, Marcos não acredita que seu retorno possa mudar algo na equipe. A oito rodadas do fim do nacional, ele entende que Deola deve permanecer no gol por estar mais bem preparado. No entanto, evita se colocar como um aposentado, embora sempre se queixe das dores que tem pelo corpo.
- No momento o goleiro do Palmeiras é o Deola, mas eu ainda não parei.
globoesporte.globo.com
Goleiro do Santos admite tensão
O remoto risco de rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro divide o Santos. Com as duas derrotas seguidas - para Atlético Mineiro, em Sete Lagoas (MG), e Grêmio, na Vila Belmiro -, Muricy Ramalho faz planos para somar mais sete ou oito pontos para se livrar de vez deste fantasma e poder passar a se dedicar à preparação para o Mundial de Clubes da Fifa.
Rafael pensa diferente e está entre os que veem motivo para preocupação. "Não falo de rebaixamento não. Nunca vocês vão ouvir isso da minha boca. O que eu disse, em duas ou três respostas, é que precisamos retomar o nosso futebol. Se o time jogar o que sabe, tem condições de brigar de igual para igual contra qualquer adversário", disse o goleiro.
Luiz Fernando Menezes/FotoArena/AE
Ele lembrou que o Santos estava há oito jogos sem perder e foi criticado por perder do Figueirense. "Em seguida, o Figueirense ganhou do Grêmio, mostrando que é uma equipe de muita qualidade. As duas derrotas seguidas mudaram o pensamento das pessoas sobre a nossa equipe, mas se engatarmos duas vitórias voltaremos a ter chance de título novamente".
Rafael admite que um dos motivos da queda de produção do time pode ser porque a maioria dos jogadores santista está com a cabeça voltada para o Mundial de Clubes, em dezembro, no Japão.
"Na Libertadores, com os mesmos jogadores e o mesmo tipo de treinamento, era difícil nosso time dar chance ao adversário ou tomar gol. Precisamos voltar a jogar com aquela concentração", disse.
odiario.com
Rafael pensa diferente e está entre os que veem motivo para preocupação. "Não falo de rebaixamento não. Nunca vocês vão ouvir isso da minha boca. O que eu disse, em duas ou três respostas, é que precisamos retomar o nosso futebol. Se o time jogar o que sabe, tem condições de brigar de igual para igual contra qualquer adversário", disse o goleiro.
Luiz Fernando Menezes/FotoArena/AE
Ele lembrou que o Santos estava há oito jogos sem perder e foi criticado por perder do Figueirense. "Em seguida, o Figueirense ganhou do Grêmio, mostrando que é uma equipe de muita qualidade. As duas derrotas seguidas mudaram o pensamento das pessoas sobre a nossa equipe, mas se engatarmos duas vitórias voltaremos a ter chance de título novamente".
Rafael admite que um dos motivos da queda de produção do time pode ser porque a maioria dos jogadores santista está com a cabeça voltada para o Mundial de Clubes, em dezembro, no Japão.
"Na Libertadores, com os mesmos jogadores e o mesmo tipo de treinamento, era difícil nosso time dar chance ao adversário ou tomar gol. Precisamos voltar a jogar com aquela concentração", disse.
odiario.com
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Um gigante embaixo da trave
Em pouco mais de três meses, o goleiro Gideão passou da condição de reserva para titular absoluto no Náutico.
Quando o goleiro Glédson sofreu uma luxação no cotovelo e precisou ficar de fora por 15 dias, a torcida do Náutico temeu pelo seu substituto. Mal sabia que um novo ídolo estaria surgindo. Gideão Lima de Castro, 23 anos, 1,90 metro. Incontestável nos Aflitos. Até então, totalmente desconhecido, jovem e com passagens apenas por clubes do interior pernambucano, Gideão entrou, agradou e nunca mais perdeu a titularidade. Desde a estreia pelo Timbu, no dia 9 de julho, na vitória sobre o Icasa, o atleta só não jogou uma partida e porque estava machucado.
Gideão é capixaba. Veio parar em Pernambuco após fazer um bom campeonato estadual pelo tradicional Rio Branco. Destaque do Vera Cruz, foi para o Náutico e do Timbu acabou emprestado para o Centro Limoeirense para jogar a Série A2 do estadual. Crescendo de produção, ele voltou para os Aflitos. Iniciou o Campeonato Pernambucano deste ano como terceiro goleiro atrás de Douglas (que já deixou o Náutico) e Glédson, até então titular absoluto na Rosa e Silva.
Foi tudo muito rápido. Titularidade, fama, pressão. Fato que ainda está se adequando ao dia a dia de Gideão, que, sempre tranquilo, vai tirando de letra a novidade. “Sempre trabalhei pensando no momento em que a oportunidade iria aparecer. Dei o meu melhor nos treinamentos para buscar a credibilidade. Sou muito focado e tranquilo sempre. É o tipo da coisa que acontece com o tempo. Vivo o dia a dia do clube como um momento único na minha vida e fico feliz com o que está acontecendo. É um ambiente muito bom, onde todo mundo se diverte e por isso creio que estamos chegando perto do acesso à Série A”, disse.
Já são 20 jogos à frente do gol alvirrubro. Atuações que credenciaram Gideão a ser titular absoluto na sua posição e fizeram dele um verdadeiro paredão dos Afltios. E de “paredão” para ídolo é um pulo. Posto, no entanto, que ainda é renegado pelo goleiro. “Ídolo não. Eu posso ajudar o time a subir, cumprir bem o meu papel, mas daí a me considerar um ídolo é demais. Eu ainda tenho muita contribuição a dar ao Náutico e muito para mostrar ainda até poder chegar lá”, afirmou.
A única partida que não jogou desde que assumiu a titularidade foi diante do Duque de Caxias. Glédson, que o substituiu, falhou no último minuto de jogo, cedendo o empate aos fluminense. Ainda assim, Gideão prega muito respeito aos companheiros de posição. “Você vê Glédson e Rodrigo, que têm condições de jogar em qualquer clube do Brasil, e isso acaba sendo um motivo a mais para dar sempre o melhor”, pontuou Gideão.
Ficha do atleta
Gideão Lima de Castro
Nascimento: 19/12/1987
Natural: Vitória, no Espírito Santo
Altura: 1,90 metro
Peso: 95kg
Jogos pelo Náutico: 20
Quando chegou: 2009
Último clube: Centro Limoeirense
Estreia: Icasa 1 x 2 Náutico (9 de julho de 2011)
Gols sofridos: 21
Média de gols tomados : 1,05
superesportes.com.br
Quando o goleiro Glédson sofreu uma luxação no cotovelo e precisou ficar de fora por 15 dias, a torcida do Náutico temeu pelo seu substituto. Mal sabia que um novo ídolo estaria surgindo. Gideão Lima de Castro, 23 anos, 1,90 metro. Incontestável nos Aflitos. Até então, totalmente desconhecido, jovem e com passagens apenas por clubes do interior pernambucano, Gideão entrou, agradou e nunca mais perdeu a titularidade. Desde a estreia pelo Timbu, no dia 9 de julho, na vitória sobre o Icasa, o atleta só não jogou uma partida e porque estava machucado.
Gideão é capixaba. Veio parar em Pernambuco após fazer um bom campeonato estadual pelo tradicional Rio Branco. Destaque do Vera Cruz, foi para o Náutico e do Timbu acabou emprestado para o Centro Limoeirense para jogar a Série A2 do estadual. Crescendo de produção, ele voltou para os Aflitos. Iniciou o Campeonato Pernambucano deste ano como terceiro goleiro atrás de Douglas (que já deixou o Náutico) e Glédson, até então titular absoluto na Rosa e Silva.
Foi tudo muito rápido. Titularidade, fama, pressão. Fato que ainda está se adequando ao dia a dia de Gideão, que, sempre tranquilo, vai tirando de letra a novidade. “Sempre trabalhei pensando no momento em que a oportunidade iria aparecer. Dei o meu melhor nos treinamentos para buscar a credibilidade. Sou muito focado e tranquilo sempre. É o tipo da coisa que acontece com o tempo. Vivo o dia a dia do clube como um momento único na minha vida e fico feliz com o que está acontecendo. É um ambiente muito bom, onde todo mundo se diverte e por isso creio que estamos chegando perto do acesso à Série A”, disse.
Já são 20 jogos à frente do gol alvirrubro. Atuações que credenciaram Gideão a ser titular absoluto na sua posição e fizeram dele um verdadeiro paredão dos Afltios. E de “paredão” para ídolo é um pulo. Posto, no entanto, que ainda é renegado pelo goleiro. “Ídolo não. Eu posso ajudar o time a subir, cumprir bem o meu papel, mas daí a me considerar um ídolo é demais. Eu ainda tenho muita contribuição a dar ao Náutico e muito para mostrar ainda até poder chegar lá”, afirmou.
A única partida que não jogou desde que assumiu a titularidade foi diante do Duque de Caxias. Glédson, que o substituiu, falhou no último minuto de jogo, cedendo o empate aos fluminense. Ainda assim, Gideão prega muito respeito aos companheiros de posição. “Você vê Glédson e Rodrigo, que têm condições de jogar em qualquer clube do Brasil, e isso acaba sendo um motivo a mais para dar sempre o melhor”, pontuou Gideão.
Ficha do atleta
Gideão Lima de Castro
Nascimento: 19/12/1987
Natural: Vitória, no Espírito Santo
Altura: 1,90 metro
Peso: 95kg
Jogos pelo Náutico: 20
Quando chegou: 2009
Último clube: Centro Limoeirense
Estreia: Icasa 1 x 2 Náutico (9 de julho de 2011)
Gols sofridos: 21
Média de gols tomados : 1,05
superesportes.com.br
Em dia dos goleiros, Bahia e Coxa repetem placar do primeiro turno
Marcelo Lomba e Vanderlei foram os grandes personagens da partida. Tricolor se dá bem e aumenta distância para o Z-4.
Um 0 a 0 sempre nos leva a crer que a partida de futebol foi ruim, travada, sem graça. Porém, na noite deste domingo (16), Bahia e Coritiba fizeram um jogo limpo, sem cartões, com diversas chances. Só que dois paredões deixaram o grito de gol preso na garganta do torcedor e o placar terminou do mesmo jeito como começou: zerado. Marcelo Lomba e Vanderlei deram um show e as equipes repetiram o placar do primeiro turno.
O resultado acabou sendo bom para o Bahia, uma vez que todos os adversários que estão atrás do Tricolor na tabela perderam e a distância para a zona de rebaixamento aumentou de cinco para seis pontos. Com 36, a equipe comandada pelo técnico Joel Santana ocupa o 14º lugar e está invicta há quatro jogos. Já o Coritiba perdeu uma posição na tabela e, com 41 pontos, está na 11ª colocação. Na próxima rodada, o Bahia encara o Vasco, em Pituaçu. A partida acontece no domingo (23), às 16h. No mesmo dia e horário, o Alviverde paranaense visita o São Paulo, no Morumbi.
Antes da partida, o técnico Joel Santana foi pego de surpresa com o veto do lateral-direito Marcos, machucado. Com o imprevisto, ele optou por escalar o volante Marcone improvisado na posição, já que não havia um lateral de ofício no banco. Jancarlos segue em Salvador fazendo tratamento. A mudança fez com que o treinador tricolor desse liberdade ao canhoto Dodô, que foi o destaque da equipe no primeiro tempo.
Equilíbrio e chances perdidas
Bahia e Coritiba fizeram um primeiro tempo bastante equilibrado, mas o Tricolor teve as melhores chances. Nos minutos iniciais, os donos da casa acuaram a equipe comandada por Joel Santana, mas não conseguiu furar o bloqueio da defesa e foi respondida com um contra-ataque.
Aos quatro minutos, Dodô recebeu na entrada da área e mandou uma bomba no ângulo direito de Vanderlei, que saltou bonito para fazer grande defesa. Era só o cartão de visita do lateral. Aos 15, ele sofreu falta na intermediária. Na cobrança, Ricardinho mandou por cima do travessão.Só que o Coxa não deixou por menos e quase abriu o placar aos 24. Marcos Aurélio pegou sobra de bola dentro da área, deixou Marcone para trás e chutou forte. Lomba fez grande defesa. Apesar de jogar no contra-ataque, o Bahia pressionou o adversário paranaense no minuto 25.
Primeiro, Dodô partiu em velocidade do campo de defesa, entrou na área coxa-branca e chutou cruzado. Vanderlei desviou a bola para escanteio. Souza acompanhou o lance e pedia a bola dentro da área. Na cobrança de escanteio, Fahel acabou ficando com a sobra e completou para o gol, mas Gil salvou em cima da linha. A última grande chance da etapa inicial foi do Coritiba. Marcos Aurélio arriscou de fora da área e obrigou o goleiro tricolor a se jogar no canto direito para defender.
Show dos goleiros
Marcelo Lomba e Vanderlei foram os principais nomes do segundo tempo de jogo. Se no primeiro eles já haviam evitado gols com boas defesas, no segundo eles repetiram o show de intervenções. No primeiro lance de perigo, nenhum dos dois precisou trabalhar. Aos seis minutos, Gil chutou cruzado e a bola passou à direita da meta de Lomba, tirando tinta da trave.
Aos 10, Marcos Aurélio pegou de primeira, da entrada da área, e o camisa 31 do Bahia espalmou para linha de fundo. O Bahia teve chanve com Marcone, aos 20. O volante, que atuou na lateral-direita por conta do veto de última hora de Marcos, arriscou de longe e a bola passou à esquerda da meta de Vanderlei, que teve trabalho aos 27. Hélder mandou um tiro de fora da área e o goleiro do Coxa defendeu.
Lomba voltou a aparecer aos 32. Leonardo arriscou da entrada da área e o goleiro tricolor fez outra difícil intervenção. Aos 33, Lulinha, que entrou no lugar de Jones, recebeu no lado esquerdo e chutou cruzado. Vanderlei defendeu com as pernas. A última grande chance da partida foi de Éverton, o Avatar ex-Bahia. Ele se livrou de dois marcadores no lado direito, invadiu a grande área, mas parou na defesa de Marcelo Lomba.
Coritiba 0x0 Bahia - 30ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A
Data: 16/10/2011
Local: estádio Couto Pereira
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Assistentes: Tatiana Jacques de Freitas (RS) e Rafael da Silva Alves (RS)
Coritiba: Vanderlei; Jonas (Davi), Jéci, Emerson, Lucas Mendes (Eltinnho); Willian, Gil, Rafinha e Marco Aurélio; Bill (Leonardo) e Éverton. Técnico - Marcelo Oliveira.
Bahia: Marcelo Lomba; Marcone (Camacho), Paulo Miranda, Danny Morais e Dodô (Maranhão); Fahel, Fabinho, Hélder e Ricardinho; Jones (Lulinha) e Souza. Técnico - Joel Santana.
sajnoticias.com.br
Um 0 a 0 sempre nos leva a crer que a partida de futebol foi ruim, travada, sem graça. Porém, na noite deste domingo (16), Bahia e Coritiba fizeram um jogo limpo, sem cartões, com diversas chances. Só que dois paredões deixaram o grito de gol preso na garganta do torcedor e o placar terminou do mesmo jeito como começou: zerado. Marcelo Lomba e Vanderlei deram um show e as equipes repetiram o placar do primeiro turno.
O resultado acabou sendo bom para o Bahia, uma vez que todos os adversários que estão atrás do Tricolor na tabela perderam e a distância para a zona de rebaixamento aumentou de cinco para seis pontos. Com 36, a equipe comandada pelo técnico Joel Santana ocupa o 14º lugar e está invicta há quatro jogos. Já o Coritiba perdeu uma posição na tabela e, com 41 pontos, está na 11ª colocação. Na próxima rodada, o Bahia encara o Vasco, em Pituaçu. A partida acontece no domingo (23), às 16h. No mesmo dia e horário, o Alviverde paranaense visita o São Paulo, no Morumbi.
Antes da partida, o técnico Joel Santana foi pego de surpresa com o veto do lateral-direito Marcos, machucado. Com o imprevisto, ele optou por escalar o volante Marcone improvisado na posição, já que não havia um lateral de ofício no banco. Jancarlos segue em Salvador fazendo tratamento. A mudança fez com que o treinador tricolor desse liberdade ao canhoto Dodô, que foi o destaque da equipe no primeiro tempo.
Equilíbrio e chances perdidas
Bahia e Coritiba fizeram um primeiro tempo bastante equilibrado, mas o Tricolor teve as melhores chances. Nos minutos iniciais, os donos da casa acuaram a equipe comandada por Joel Santana, mas não conseguiu furar o bloqueio da defesa e foi respondida com um contra-ataque.
Aos quatro minutos, Dodô recebeu na entrada da área e mandou uma bomba no ângulo direito de Vanderlei, que saltou bonito para fazer grande defesa. Era só o cartão de visita do lateral. Aos 15, ele sofreu falta na intermediária. Na cobrança, Ricardinho mandou por cima do travessão.Só que o Coxa não deixou por menos e quase abriu o placar aos 24. Marcos Aurélio pegou sobra de bola dentro da área, deixou Marcone para trás e chutou forte. Lomba fez grande defesa. Apesar de jogar no contra-ataque, o Bahia pressionou o adversário paranaense no minuto 25.
Primeiro, Dodô partiu em velocidade do campo de defesa, entrou na área coxa-branca e chutou cruzado. Vanderlei desviou a bola para escanteio. Souza acompanhou o lance e pedia a bola dentro da área. Na cobrança de escanteio, Fahel acabou ficando com a sobra e completou para o gol, mas Gil salvou em cima da linha. A última grande chance da etapa inicial foi do Coritiba. Marcos Aurélio arriscou de fora da área e obrigou o goleiro tricolor a se jogar no canto direito para defender.
Show dos goleiros
Marcelo Lomba e Vanderlei foram os principais nomes do segundo tempo de jogo. Se no primeiro eles já haviam evitado gols com boas defesas, no segundo eles repetiram o show de intervenções. No primeiro lance de perigo, nenhum dos dois precisou trabalhar. Aos seis minutos, Gil chutou cruzado e a bola passou à direita da meta de Lomba, tirando tinta da trave.
Aos 10, Marcos Aurélio pegou de primeira, da entrada da área, e o camisa 31 do Bahia espalmou para linha de fundo. O Bahia teve chanve com Marcone, aos 20. O volante, que atuou na lateral-direita por conta do veto de última hora de Marcos, arriscou de longe e a bola passou à esquerda da meta de Vanderlei, que teve trabalho aos 27. Hélder mandou um tiro de fora da área e o goleiro do Coxa defendeu.
Lomba voltou a aparecer aos 32. Leonardo arriscou da entrada da área e o goleiro tricolor fez outra difícil intervenção. Aos 33, Lulinha, que entrou no lugar de Jones, recebeu no lado esquerdo e chutou cruzado. Vanderlei defendeu com as pernas. A última grande chance da partida foi de Éverton, o Avatar ex-Bahia. Ele se livrou de dois marcadores no lado direito, invadiu a grande área, mas parou na defesa de Marcelo Lomba.
Coritiba 0x0 Bahia - 30ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A
Data: 16/10/2011
Local: estádio Couto Pereira
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Assistentes: Tatiana Jacques de Freitas (RS) e Rafael da Silva Alves (RS)
Coritiba: Vanderlei; Jonas (Davi), Jéci, Emerson, Lucas Mendes (Eltinnho); Willian, Gil, Rafinha e Marco Aurélio; Bill (Leonardo) e Éverton. Técnico - Marcelo Oliveira.
Bahia: Marcelo Lomba; Marcone (Camacho), Paulo Miranda, Danny Morais e Dodô (Maranhão); Fahel, Fabinho, Hélder e Ricardinho; Jones (Lulinha) e Souza. Técnico - Joel Santana.
sajnoticias.com.br
Substituto de Zé Carlos, Thiago Rodrigues teve boa atuação diante do Vila Nova
Uma mudança de última hora na equipe do Paraná pegou todo mundo de surpresa. Com uma forte virose, o goleiro Zé Carlos foi vetado do jogo e não enfrentou o Vila Nova, no Serra Dourada. O substituto foi Thiago Rodrigues, goleiro revelado nas categorias de base do Tricolor.
Thiago chegou a ser titular da meta paranista no início do ano, mas alternou boas e más atuações e nunca ganhou a confiança da torcida. Mas na partida de ontem, o goleiro foi um dos destaques do Tricolor, realizando grandes defesas que ajudaram a equipe a conquistar a vitória por 1 a 0, fora de casa.
"O Paraná está bem servido de goleiros. Tem que sempre estar preparado. Eu joguei para dar a vida e selar o trabalho da diretoria, da comissão técnica e do grupo durante a semana", disse Thiago Rodrigues. "Foi um teste cardíaco, pois era bola que vinha dali, de cá e passava perto. Atualmente estou mais experiente e maduro, apesar da minha idade", completou o goleiro, de apenas 22 anos.
O Tricolor terá pouco tempo para descansar, já que volta a campo na próxima terça-feira, para enfrentar o Criciúma, a partir das 20h30, na Vila Capanema.
bandab.pron.com.br
Thiago chegou a ser titular da meta paranista no início do ano, mas alternou boas e más atuações e nunca ganhou a confiança da torcida. Mas na partida de ontem, o goleiro foi um dos destaques do Tricolor, realizando grandes defesas que ajudaram a equipe a conquistar a vitória por 1 a 0, fora de casa.
"O Paraná está bem servido de goleiros. Tem que sempre estar preparado. Eu joguei para dar a vida e selar o trabalho da diretoria, da comissão técnica e do grupo durante a semana", disse Thiago Rodrigues. "Foi um teste cardíaco, pois era bola que vinha dali, de cá e passava perto. Atualmente estou mais experiente e maduro, apesar da minha idade", completou o goleiro, de apenas 22 anos.
O Tricolor terá pouco tempo para descansar, já que volta a campo na próxima terça-feira, para enfrentar o Criciúma, a partir das 20h30, na Vila Capanema.
bandab.pron.com.br
Goleiro romeno ignora cobrança de pênalti em protesto contra arbitragem
'Que eu saiba meu gesto é único no futebol mundial', diz Remus Danalache, do do Vointa Sibiu, após ficar de costas na Romênia.
O goleiro Remus Danalache, do Vointa Sibiu, protagonizou no domingo um lance polêmico na Primeira Divisão da Romênia: o jogador ficou costas diante da cobrança de um pênalti a favor do Petrolul Ploiesti, fora de casa, pela décima rodada.
A partida já estava nos acréscimos e 3 a 1 para Petrolul Ploiesti sobre o Vointa Sibiu, quando o árbitro marcou pênalti. Em sinal de protesto, o goleiro visitante ficou de costas para a cobrança. Seria o quarto gol do time da casa, mas o árbitro mostrou cartão amarelo para Danalache e ordenou a repetição da cobrança.
Na repetição, ao invés de dar às costas (como fez anteriormente), o goleiro abriu os braços e permaneceu impassível, deixando claro que não reagiria ao chute. A arbitragem validou o gol e o jogo encerrou em 4 a 1.
- A decisão foi tomada de comum acordo - declarou Danalache ao fim da partida sobre sua atitude.
Impressionados com o protesto do goleiro do Vointa, os torcedores do Petrolul aplaudiram os visitantes, que chegaram a dar uma volta no campo com os vencedores da partida.
- Que eu saiba meu gesto é único no futebol mundial - concluiu o goleiro.
globoesporte.globo.com
O goleiro Remus Danalache, do Vointa Sibiu, protagonizou no domingo um lance polêmico na Primeira Divisão da Romênia: o jogador ficou costas diante da cobrança de um pênalti a favor do Petrolul Ploiesti, fora de casa, pela décima rodada.
A partida já estava nos acréscimos e 3 a 1 para Petrolul Ploiesti sobre o Vointa Sibiu, quando o árbitro marcou pênalti. Em sinal de protesto, o goleiro visitante ficou de costas para a cobrança. Seria o quarto gol do time da casa, mas o árbitro mostrou cartão amarelo para Danalache e ordenou a repetição da cobrança.
Na repetição, ao invés de dar às costas (como fez anteriormente), o goleiro abriu os braços e permaneceu impassível, deixando claro que não reagiria ao chute. A arbitragem validou o gol e o jogo encerrou em 4 a 1.
- A decisão foi tomada de comum acordo - declarou Danalache ao fim da partida sobre sua atitude.
Impressionados com o protesto do goleiro do Vointa, os torcedores do Petrolul aplaudiram os visitantes, que chegaram a dar uma volta no campo com os vencedores da partida.
- Que eu saiba meu gesto é único no futebol mundial - concluiu o goleiro.
globoesporte.globo.com
Assinar:
Postagens (Atom)








