terça-feira, 26 de junho de 2012

Zinho cobra comprometimento de goleiro Felipe no Fla

Reserva neste Campeonato Brasileiro, o goleiro Felipe é esperado nesta terça, no Flamengo, na reapresentação do grupo após a derrota para o Grêmio, anteontem, por 2 a 0.



O atleta pediu dispensa da viagem para Porto Alegre para poder ficar perto do pai, com problema de saúde. Insatisfeito com a perda da vaga no time titular para Paulo Victor, Felipe foi liberado até esta terça.

O diretor de futebol Zinho disse que pediu ao jogador para não ficar abatido. "Sentei com Felipe, apoiei, fui solidário, mas cobrei comprometimento. Ele tem que buscar o espaço dele e tem que respeitar o Paulo Victor, que o respeitou quando ele era titular", disse.

O resultado contra o Grêmio interrompeu uma série de 17 jogos sem derrota de Paulo Victor no gol do Flamengo. A última havia sido para o Universidad de Chile, pela Copa Sul-Americana, por 1 a 0, em outubro do ano passado.

diarioweb.com.br

Vitória acerta contratação de jovem goleiro Caio

Caio atuando na Holanda | Foto: Divulgação / VVV Venlo


A diretoria do Vitória foi silenciosa e confirmou durante o final de semana a contratação de mais um goleiro para o restante da temporada: Caio Secco, de 21 anos, que estava no CRB. Revelação das divisões de base do Coritiba, o jogador desembarcou em Salvador na última sexta-feira e já treinou com o grupo no dia seguinte, durante um jogo-treino que aconteceu no Barradão.

- Caio é uma jovem revelação e temos ótimas referências dele, que já passou uma temporada no futebol da Holanda. Ele é alto e jovem e está à disposição de Carpegiani - afirmou o diretor de futebol rubro-negro Raimundo Queiroz ao Bahia Notícias.

Caio Gobbo Secco nasceu no dia 22 de dezembro de 1990 e iniciou sua carreita no Coxa. Passou por Atlético-MG, Paraná-PR, VVV-Venlo (Holanda) e CRB antes de chegar na Toca do Leão.

FICHA DO ATLETA
Nome completo: Caio Gobbo Secco
Data de nascimento 22 de dezembro de 1990
Local de nascimento: Cambé, Paraná
Altura: 1,94m
Peso: 76kg
Clubes por onde passou: Atlético-MG, Paraná-PR, Coritiba-PR e VVV-Venlo (Holanda)
Último clube: CRB
Título: Campeonato Paranaense de 2011

bahianoticias.com.br

sábado, 23 de junho de 2012

A classificação histórica do Corinthians às finais da Copa Santander Libertadores passam pelo seu goleiro

Cássio Ramos, goleiro de 25 anos, e 1,95m foi decisivo na trajetória do Timão até a final.




Tudo começou nas quartas de final do Campeonato Paulista. Após a primeira colocação na primeira fase, o alvi-negro enfrentaria a oitava colocada, Ponte Preta. O jogo era no Pacaembu dando amplo favoritismo ao Corinthians. Pois o acaso futebol clube entrou em ação e o clube foi eliminado após perder por 3 a 2. O então Júlio César foi acusado como culpado em dois dos três gols sofridos.

Tite decidiu mexer e para a partida de ida das oitavas de final da Copa Libertadores escalou Cássio, recém contratado do PSV da Holanda. O goleiro formado pelas categorias de base do Grêmio foi colocado a prova em um estádio George Capwell, em Guayaquil, Equador, efervescente.

Uma partida tensa, com o Corinthians jogando com um a menos por boa parte, após expulsão de Jorge Henrique, foi marcada também por diversas defesas de Cássio. Seguro, firme e tranquilo, o goleiro garantiu sua invencibilidade na partida e o empate que encaminharia a classificação às quartas.

Na partida de volta, um sonoro 3 a 0. Veio então as quartas de final contra o Vasco da Gama. Mais duas partidas invictas, sem levar gol. O 1 a 0 no Pacaembu garantiu o Timão às semi-finais. Cássio seguia sem levar um gol sequer.

Semi-finais. O temido Santos. Neymar, Ganso e companhia. Apenas um gol em 180 minutos. Sim, um gol diante do ataque mais poderoso do futebol brasileiro. Cássio e sua defesa, além de classificarem sua equipe às finais, entram também para a história como a melhor defesa já vista em Copa Libertadores. Foram três gols sofridos em doze partidas disputadas. Uma incrível média de 0,25 gols sofridos por partida. Um fato histórico.

guarda-metas.com

Dida estreia pela Portuguesa e admite ansiedade para o duelo

A Portuguesa tem na estreia do goleiro Dida a principal arma para vencer o São Paulo hoje. Apesar de já ter vestido a camisa de equipes de renome nacional e internacional, o arqueiro não esconde a ansiedade para a partida.

"Com certeza há um frio na barriga. Acho que está sendo bastante emocionante essa pré-estreia. Estou quase para estrear, cada vez mais você vai sentindo a sensação", afirmou Dida.

Confiante com a estreia do goleiro, o técnico Geninho demonstra confiança com o que isso representa para a equipe. "Ele é jogador que canta o jogo e orienta a defesa. Tem respaldo para isso e tem tudo para se tornar o líder deste time", destacou. (das Agências)



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sexta-feira, 15 de junho de 2012

'Maior' goleiro da América, Cássio evita falar sobre invencibilidade na Libertadores

Com quase 2 metros de altura, jogador enaltece boa fase da zaga corintiana e o carinho da Fiel torcida.

Cássio posa para o Marca Brasil após treino. Foto: Reginaldo Castro / Agência O Dia


São Paulo - Cara de mau, 1,95 m de altura. Invicto na Libertadores, onde está há 450 minutos sem levar gol. Estes são apenas alguns aspectos do novo ídolo da Fiel.

O goleiro Cássio, que só disputou nove partidas pelo Corinthians, tem nas mãos uma grande responsabilidade para o jogo de volta com o Santos, na próxima quarta-feira, no Pacaembu. Se continuar imbatível e não deixar Neymar & Cia. balançarem as redes, garantirá o Timão na inédita final do torneio continental. Pressão que não assusta o camisa 24 do Timão.

“Nem penso nisso, se você ficar pensando muito que se não levar gol, classifica, não dá certo. Tem que continuar trabalhando. Temos que pensar em jogar bem”, destacou Cássio, em um bate-papo com o Marca Brasil.

Autor de grandes defesas diante do Santos, Cássio tem um retrospecto impressionante. Nas nove vezes em que jogou pelo Timão, só levou três gols. Nenhum deles na Libertadores. Isso já rende algumas brincadeiras dos corintianos, que dizem que ele é o ‘maior goleiro da América’ , utilizando seu desempenho e a altura como gancho. Ao ser questionado sobre sua estatura, o arqueiro sorri.

“Não sei se assusta os atacantes, mas me ajuda em alguns lances”, afirmou Cássio, que divide sua boa fase com o empenho de todos os jogadores na marcação, que impedem que os adversários cheguem com facilidade na sua frente. “Nossa defesa está indo bem por causa do time em geral. Todo mundo ajuda, não é só a linha defensiva. Isso facilita a defesa não levar gol”, disse.

Prova disso é que o Corinthians levou apenas dois gols na competição em 11 partidas — nenhum com Cássio, e tem, em média, a segunda melhor da história (0,18), atrás apenas do Junior Barranquilla, que levou apenas um gol em seis jogos na edição de 1968 (0,17).

Graças a este bom desempenho, Cássio ganhou a confiança do torcedor e ostenta a titularidade com segurança. Tudo isso fez sua vida mudar. “Estou vivendo o momento, sei que mudou bastante. Quando saio na rua recebo o carinho das pessoas. Tem que manter a tranquilidade e continuar treinando”, disse o goleiro, que recebeu um carinho especial após a partida. “Minha mãe está em casa, me deu um abraço”, revelou.

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No Náutico, goleiro Felipe segue em busca de um rumo para a promissora carreira

Aos 24 anos, arqueiro já viveu bons e maus momentos no futebol. Agora no Timbu, ele tenta reencontrar o caminho de sucesso que trilhou no início da carreira.


Ao relembrar do passado, nota-se um sinal de nostalgia de Felipe. Rafael, hoje titular do Santos e da Seleção Brasileira, era reserva dele em 2010. Após a lesão e a saída momentênea da equipe paulista (ele ainda tem contrato com o Peixe) em busca de espaço, o goleiro tenta dar novo rumo à carreira. O Náutico é mais uma tentativa e os primeiros passos começam a ser dados agora.

"Em 2010, estava jogando como titular no Santos. Considero que estava bem, mas de repente, numa oportunidade, o treinador decidiu por Rafale. Em seguida, me machuquei e fiquei um ano passado. O Rafael tem todo mérito, é um grande goleiro, tem potencial para estar lá. Passeis seis meses e então fui liberados para treinar com bola. Foi uma felicidade enorme. Fui para o Avaí, considero que fui bem, apesar de o time ter sido rebaixado. Agora, tenho uma nova chance de mostrar o meu trabalho", relatou Felipe.

Mais novo titular do Náutico, Felipe diz que não ganhou a camisa 1, deixando Gideão no banco, apenas pela confiança do técnico Alexandre Gallo. "Pode ter ajudado um pouco, mas se eu não tivesse preparado, nada disso ia adiantar. Sou muito grato por tudo o que o Gallo fez na minha carreira. Foi ele que me subiu para o profissional, aos 16 anos, depois de me ver num coletivo do junior. Mas a chance se deve, também, ao trabalho que vem fazendo. Desde que cheguei ao clube estou pronto para jogar", afirmou.

A relação com os demais goleiros e principalmente Gideão, Felipe garante que continua a mesma, muito boa. "A relação é ótima. Desde que cheguei aqui, respeitei todos os goleiros e fui muito bem recebido por eles", contou o agora camisa 1, que comentou as declarações de Gallo sobre o que levou à mudança no gol do Náutico. O treinador afirmou que Gideão era uma "pedra bruta", que tinha falhas a ser corrigidas. "A gente sempre tem algo a corrigir, melhorar. Todos nos ajudamos nisso e é importante essa parceria".

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Ex-goleiro Wágner enaltece Jefferson, atual dono da camisa 1 do time alvinegro

Ídolo do Botafogo diz que jogador é melhor do que ele.


Quando se fala na posição de goleiro no Botafogo, é impossível não lembrar de Wágner, campeão brasileiro em 1995 com o Glorioso. O ex-jogador e ídolo da torcida alvinegra, não poupou elogios a Jefferson, atual dono da camisa 1 do clube de General Severiano.

“Desde quando chegou ao Botafogo, em 2009, ele vem demonstrando bastante segurança e equilíbrio. Coincidência ou não, eu estava lá, e nunca tinha visto um goleiro ser apontado o craque de um campeonato. Em 2010, ele se destacou no Carioca, e no Brasileiro nem se fala. Na minha opinião é o cara hoje, tem que ser respeitado e sem dúvida nenhuma tem a posição garantida na Seleção”, disse em entrevista exclusiva à Super Rádio Tupi.

Algumas características físicas estão presentes nos dois: tanto Wágner, quanto Jefferson, são canhotos, e possuem o mesmo tom de pele. Perguntado sobre quem seria melhor debaixo do gol, o ex-atleta não se mostrou intimidado e respondeu.

“Na minha opinião ele tem muito mais qualidade, é mais técnico. Eu costumo a dizer que tem pessoas que nascem para fazer certo tipo de coisa, e o Jefferson nasceu para ser goleiro. Eu tinha que trabalhar muito para conseguir fazer algumas coisas que eu fiz na minha posição, Ele faz com tanta naturalidade. Também admiro a tranquilidade e a humildade dele. Eu fico abismado”.

COMPARAÇÕES ENTRE ELENCOS

Segundo Wágner, os elencos de 1995 e o atual grupo de jogadores, não podem ser comparados, mas enalteceu os campeões brasileiros.

“São épocas diferentes. É difícil fazer este tipo de comparação e eu não gosto destas situações. Acho meio inviável comparar o time de 95 com o de agora. Nós tínhamos um grupo, entrava um, saía outro e a qualidade continuava a mesma. Seria até injusto querer comparar os campeões com os atuais jogadores. Não cabe. Todos eles têm o seu valor, mas aquele grupo para mim é especial. Enquanto não tiver outro elenco que tenha sido campeão brasileiro, não se pode fazer comparação”, concluiu.

OLIMPÍADAS DE LONDRES

Jefferson esteve presente na última convocação do treinador da Seleção Brasileira, Mano Menezes, para os quatros amistosos diante de Dinamarca, Estados Unidos, México e Argentina, visando os jogos olímpicos. Para a disputa desta competição serão permitidos apenas três atletas com idade acima de 23 anos no grupo de jogadores. O Alvinegro tem 29 anos. Wagner torce para o nome do camisa estar na lista final, entretanto disse que talvez um jogador de linha seja mais útil.

“Não vejo a necessidade de ter um goleiro experiente para esta competição. Acho que um lateral, um atacante vai ajudar mais, vão dar um peso maior ao time. Gostaria muito que ele tivesse nesta lista”, concluiu.

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